Dicas de lugares e passeios


localizacao
A 20 metros de La Buena Vida  encontra-se o Centro Dannemann,  sede da Bienal de Arte do Recôncavo, e sua fábrica e loja de charutos. http://www.centrodannemann.com/br/pt/

Seguindo em frente mais alguns metros, chega-se à casa onde morou o  libertário poeta Castro Alves (famoso pelo poema Navio Negreiro), nascido na vizinha cidade de Cabaceiras do Paraguaçu.

E se tiver disposição para subir uma ladeira pelo antigo Caminho Real, visite a residência e oficina onde o falecido artista plástico alemão Hansen Bahia e sua esposa moraram  e trabalharam.  http://www.ufrb.edu.br/reverso/wp-content/uploads/2014/04/HAN.jpg

Ao pé da ladeira, um lugar que merece ser visitado  é a Casa de Cultura Americo Simas, onde o visitante é sempre muito bem acolhido pela sua diretora, Beatriz da Conceição (Bibi). Atualmente a Casa de Cultura sedia o Festival de Filarmônicas do Recôncavo que se realiza anualmente. http://casadaculturaamericosimas.blogspot.com.br/

Nas proximidades há restaurantes onde pode se apreciar a gastronomia local. Um prato típico que ninguém deveria deixar de experimentar é a “maniçoba”, uma espécie de feijoada na qual o feijão é substituído por folhas de mandioca brava.  Uma delícia!

O Mercado Municipal, situado num prédio do século XIX também merece ser visitado. Lá dentro você encontrará postos de venda de carnes e farinhas, além de barbearia e artesanias.

Se quiser saber mais sobre a história de São Félix, entre no Arquivo Municipal da cidade. La você será muito bem recepcionado por Oséas de Souza, um profundo conhecedor da cidade e sua história. Percorrer com ele a galeria repleta de fotos antigas é uma grata experiência.

Aos sábados, do lado esquerdo da ponte Dom Pedro, há currais onde funciona a feira de animais. É interessante observar como se negocia a compra-venda de vacas, jegues, cavalos, e carneiros trazidos  da zona rural.

O Rio Paraguaçu é em si mesmo uma fonte de tranquilidade, onde se espelham as imagens das cidades de São Félix e Cachoeira, como um convite a se fundirem numa só. No entanto, vale a pena conhecé-lo melhor. Contrate um barquinho de passeio e dedique um dia a percorrer suas comunidades ribeirinhas e a apreciar uma paisagem deslumbrante.   Depois dessa experiência, você certamente vai querer voltar ou prolongar a sua estadia.

Para chegar na cidade de Cachoeira, basta transpor os 365m da imperial ponte D. Pedro II, inaugurada em 7 de julho de 1865, com sua estrutura composta de ferro e lastros de madeira importados da Inglaterra.  De fundamental importância para a economia baiana no século XIX, foi uma das maiores obras de engenharia da América do Sul na época. A ponte é também um dos cartões postais da região e fonte inspiradora de muitas logomarcas, como por exemplo a do festival de documentários Cachoeira Doc que acontece todo ano no mês de setembro.

Em Cachoeira, não deixe de conhecer  o maior conjunto barroco da Bahia,  sendo uma de suas melhores expressões o  Conjunto do Carmo, formado pelo Convento e pela  Igreja da Ordem Terceira do Carmo, de grande valor histórico e monumental. Construída no século XVIII, seu interior é revestido de ouro, tem painéis de azulejos portugueses e abriga uma interessante coleção, vinda de Macau, de estátuas em madeira de santos.

A poucos metros do Conjunto do Carmo, encontra-se a Casa de Câmara e Cadeia Pública,

construída entre os anos de 1698 e 1712. Situa-se no limite da parte plana de Cachoeira, posição estratégica para proteger o prédio das enchentes do Rio Paraguaçu. Foi nela ainda que Dom Pedro I foi aclamado Regente e Defensor do Brasil, em 1822.  Na parte superior do sobrado colonial funciona a Câmara Municipal de Cachoeira  e na parte inferior, onde era a antiga cadeia, o espaço é usado como galeria de arte e museu.

A Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário, que leva o nome da santa padroeira do município,   data do  século XVII.  A riqueza de seu interior, com imagens, telas, alfaias, sacrário de prata e paneis de azulejos recentemente restaurado fazem dela uma visita obrigatória. Desde  suas torres piramidais, também revestidas de azulejo, é possível apreciar a vista de quase toda a cidade de Cachoeira e parte de São Félix.

A mais antiga da cidade é a Igreja Nossa Senhora da Ajuda, construída em 1687. Nela se celebra a missa que abre a primeira procissão da Irmandade da Boa Morte nas celebrações de agosto.

A cidade conta com um museu, o Museu Regional da Cachoeira que ocupa uma mansão colonial do século XVIII. Seu acervo é composto por mobiliário colonial, uma parte trazida do Rio de Janeiro e outra parte doada pelos moradores de Cachoeira, além de registros fotográficos e edições da primeira metade do século XX dos principais jornais do estado da Bahia. Além de Museu, o edifício serve como sede regional do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que o administra.

 

Vila de Belém de Cachoeira

(distrito municipal, a sete km do Centro de Cachoeira)

Capela Nossa Senhora da Penha

Convento de Santo Antonio do Paraguaçu

São Francisco do Paraguaçu

 

Aniversário da cidade (13 de março).

Festa do Divino (maio)

Festa de São João/Feira do Porto (21 a 25 de junho)

Data Magna (25 de junho) – Cachoeira como Capital do Estado da Bahia.

Festa de Nossa Senhora da Boa Morte (1ª quinzena de agosto)

Festa de São Cosme e Damião (27 de setembro)

Festa de Nossa Senhora do Rosário (1ª quinzena de outubro)

Festa de Nossa Senhora D’Ajuda (1ª quinzena de novembro)

Festa de Santa Cecília (2ª quinzena de novembro)

Festa de Santa Bárbara (4 de dezembro)